domingo, 28 de setembro de 2008

John Legend


John Legend Live From Philly

Bem Bom!!

Curtam!!!






O video é do album que em principio sera lançado ainda este ano. Não é bom nem mau, apenas diferente...

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Ausência Prolongada

Pessoal, durante uns bons meses eu vou ficar impossibilitado de postar álbuns aqui. Vou estar de viagem pelo berço da humanidade e não tenho data de regresso. Espero que o blog continue vivo com os contributos do Nguimbola e da Kalani. Estamos juntos povos, até breve!

Rádio Fazuma

Os últimos anos da minha vida foram incomensuravelmente marcados pela aparição, desenvolvimento e presença desses manos, tendo-se os nossos caminhos cruzado por uma sequência feliz de circunstâncias e desde então progredido harmoniosamente em linhas tangentes. Ao primeiro contacto com o mano Toni me dei conta que estava em frente a alguém muito especial, a honestidade no olhar, a franqueza no falar, a intensidade de quem se recusa abandonar os seus princípios elementares e o cansaço de quem passou os últimos anos a travar a locomotiva social de todos os que lhe circundam e que fazem pressão para que se junte ao clube dos "desistentes", dos "conformados". Nasceu nesse dia e hora uma cumplicidade que só se tem vindo a consolidar cada vez mais a um ritmo que aumenta em progressão geométrica. Desde então temos feito tantas coisas juntos que já quase lhes perdi a conta. Desde coisas leves, tipo uma participação no programa com um alter-ego adequado, a coisas muito mais dispendiosas a nível da dedicação intensa que requerem, sendo os exemplos mais concretos o mambo tipo documentário que fizemos juntos (e com mais uma malta porreira) e que está a sair em breve, "É Dreda Ser Angolano" e a nossa excursão ao Sambila. Acho que já passámos pelo suficiente para que possa considerá-lo um mano, daqueles que furaram o círculo muito restrito de pessoas por quem sinto um apreço inqualificável, é família!
A Rádio Fazuma tem um espaço na Ant3na e aqui podem escutar algumas das emissões deles mais recentes.
Aqui vos deixo algumas das cenas em que os manos fizeram, ou estiveram envolvidos, ou ainda escaparam estar mas à última da hora não ficaram.

Para saberem mais sobre a fazuma visitem o site da família


Vários Artistas - Copa Reggae

Compilação que saíu no âmbito da copa do mundo da Alemanha, onde pela primeira vez Angola participou ao lado de Portugal e do Brasil como representantes da lusofonia. É uma celebração composta por uma mistela de sonoros de artistas oriundos desses 3 países. Tem muito som catita.
01 O pontapé de saída!!!
02 Mercado Negro - Aquecimento global
03 Freddy Locks - Wake up
04 Nel Assassin - It’s a complow (remix)
05 Prince Wadada - Aldeia
06 Planta e Raíz - De cara pro mundo
07 Djambi - Lenha
08 Primitive Reason - Had I the courage
09 Sativa - 54-46
10 Chimarruts - O Sol
11 Contratempos - Devagar
12 Arsha - Wicked Reggae
13 One Sun Tribe - Liberation
14 Montecara - Lost culture
15 One Love Family - África Chora
16 Moa Anbesa - Nossa corrida
17 Philharmonic Weed - Quitanda das Embambas
18 Regra 4 - Maracutaia na cabeça (remix)
19 O apito!!!
20 Cartell 70 - Joga Man


Catem o mambo aqui


Vários Artistas - É Dreda Ser Angolano

Compilação enrolada as tantas da matina na casa do Toni, com mp3 de qualidade sonora ainda mais duvidosa do que o formato possa sugerir, muito à pressa porque queríamos ter isso pronto para dali há um mês e tinha de dar entrada imediata na fábrica. Tentámos fazer um enhanced e meter o clip dos Turbantes, mas alguma coisa correu mal (não sai sempre quando fazemos as coisas as 3 pancadas?) e acabou por ficar só assim. Conseguimos ter os cd's prontos para a data que queríamos e distribuímos metade da tiragem gratuitamente depois do nosso concerto (Conjunto Ngonguenha) no Africa Festival no dia 07/07/07. Contrariamente a qualquer intenção que pudessemos ter (e quem tem uma cópia do cd poderá confirmar isso), a compilação fez um fuzuim absurdo ao ponto de ser considerado um dos melhores discos feitos na tuga em 2007 pelo Blitz (como diz o mô dred: "atestado de estupidez"). Os mais atentos dentre vocês hão de dar conta que fizemos pouco mais do que pegar uma ou duas faixas de cada um dos discos que já vos disponibilizámos aqui no blog há uns meses. A compilação serve também de banda sonora para o mambo tipo documentário. Em baixo segue o vídeo que devia ter constado do cd.
01 Conductor – Kandongueiro
02 Keita Mayanda com MCK – Jimona Dya Ixi
03 Phay Grand – Pão Burro
04 Conjunto Ngonguenha - É Dreda Ser Angolano
05 MCK – Atrás Do Prejuízo
06 Coca O FSM – Angolywood
07 Leonardo Wawuti – Quem Te Mandou
08 Keita Mayanda – Musica Pro Sol Que Nasce
09 Conductor – Nós E Vocês
10 Ikonoklasta – A Nossa Costelinha Nómada
11 Das Primeiro – Liberdade
12 MCK – O Silêncio Também Fala
13 Ikonoklasta – Patentes Que Falam
14 Os Turbantes – De Faia


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Gumalaka

A Gumalaka é uma editora formada pela Matarroa e pela Rádio Fazuma, na qual dois melómanos e malucos se juntam para dar apoio a bandas que têm talento prá caralho e reconhecimento nem por um canudo. A sonoridade muito próxima com a que a Rádio Fazuma acarinha na sua linha editorial. O primeiro mambo editado foi um 7'' do Bezegol (Fire/Plant), sendo que, dos três álbuns que se seguem o do Bezegol é justamente o único que não saíu com o selo Gumalaka.

Terrakota - Oba Train (post antigo)

Freddy Locks - Bring up the Feeling

01 Bring Up The Feeling
02 Fazuma
03 Wake Up
04 Calling
05 Power
06 Take My Hand
07 Rasta Truth
08 Wisdom
09 Kuff’n Beat
10 Bring Up The Feeling (acústico)


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Bezegol - Rude Bwoy Stand
Mô dreda. Esse é o próprio wí, álbum dele me bonda!

01 Rude Bwoy Stand
02 Clockworkbomb
03 Fire
04 Plant
05 Roots Of Evil
06 Lighting
07 Let Them Know!
08 Nature (Do You Ear What I Say?)
09 Forever Love
10 Colision
11 After This
12 Inhanha
13 Coalition
14 Rude Bwoy Down
15 Drástico



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terça-feira, 19 de agosto de 2008

Jimmy Dludlu


Um dos frequentadores do blog pediu sons deste kota. Eu admito que não o conhecia e que imediatamente me pus a tentar descobrir música dele. Não é nada fácil. O meu amigo emule só encontrou as faixas soltas que aqui disponibilizo. Não é de meu apanágio meter sons soltos aqui, gosto de postar álbuns inteiros mas, já que não encontro e porque fui absolutamente conquistado por esse moçamba ex-emigrante na África do Sul (mais um, queria meter-vos aqui outros gajos muito fortes que atendem pelo nome de 340ml, mas acho que não vai ser para tão breve). Parece que ele agora voltou para Moçambique e lecciona música na Universidade Eduardo Mondlane. O kota é bicho mesmo. Obrigado pela dika mano Rooka.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Paulo Flores e Stevie...companheiros de viagem

A semana passada fui passar uns dias ao Algarve e só levei dois cd's para me ajudarem pelos 250 km de calor (nada de ar colingue, tentando manter a pegada ambiental o mais pequena possível), na monótona A2, o "Recompasso" do Paulo Flores e o "In Square Circle" da lenda viva Stevie Wonder. Discos díspares, de décadas, sonoridades e impactos diferentes, mas soberbos cada um a sua maneira.

Paulo Flores - Recompasso

O Paulo Flores é aquela coisa, aquele artista que se construiu ano após ano, expandindo as fronteiras da sua música à medida que ia ganhando idade, incorporando novos sabores, novos temperos aos seus cozinhados sonoros, juntando culturas essencialmente africanas e outras que de África saíram para se irem enraizar e desenvolver noutras paragens, como o Samba (neto do Semba) ou o Reggae. Sempre gostei do Paulo Flores, mas a medida que os anos passam vou gostando mais e mais. Este disco é um clássico, com colaborações de grandes mangas tipo Jacques Morelembaum (pai duma dama cujo álbum já meti aí), Tito Paris e artistas da geração seguinte como Lura e Sara Tavares. É um deleite e altamente aconselhável para kotas e canukos.

01• Anos depois
02• Menino destino
03• Poema do semba
04• É sô ma bô
05• Zé Inácio
06• Canto à solta
07• Olhos luz
08• The world of love
09• N'zambi n'zambi
10• Isua ioso
11• Clarice
12• Angola que canta

(Só encontrei este vídeo em relação com o disco)

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Stevie Wonder - In Square Circle

Há uns meses um amigo meu foi ver o concerto dos Radiohead e quando me viu todo excitado com vontade de me juntar a ele, logo me acalmou informando-me que os bilhetes estavam já esgotados (3 semanas antes do concerto). Quando ele me disse o preço do bilhete eu pensei: "nem que não estivessem, por esse preço nem para ver deus em cuecas a fazer o pino". 60 € custava a dika.... 60!!! Tentei com muito custo fazer um exercício mental para procurar no meu repertório musical um artista/banda que me fizessem dar de bom grado tal soma por um concerto, mas não fui bem sucedido, nem eu nem o meu irmão que também desconseguia de encontrar tal ser que nos embeveça ao ponto de torrarmos essa soma por uma hora e meia de orgasmo acústico. Não encontramos nem no reino dos mortos. Mas no outro dia ouvindo pela 10000000000ésima vez este disco do Stevie Wonder me dei conta que havendo alguém, esse alguém seria ele. Pagaria se calhar mais para ver um concerto deste monumento que ainda respira, o Stevie é um mito, um artista por quem nutro resmas de admiração desde os meus tenrinhos 8 anos quando me meti atrás do sofá a chorar depois da minha mãe me dizer que ele "nunca tinha visto". Seria todo esse talento uma recompensa pela falta dessa faculdade sem a qual não me conseguia imaginar viver? In Square Circle foi, por uma razão ou por outra, o disco com o qual mais engracei dele, mas aconselho vivamente TODOS os outros (mais de 20). Senhoras e senhores, o virtuoso STEVIE WONDER.

01• Part Time Lover
02• I Love You Too Much
03• Whereabouts
04• Stranger On The Shore Of Love
05• Never In Your Sun
06• Spiritual Walkers
07• Land Of La La
08• Go Home
09• Overjoyed
10• It's Wrong (Apartheid)

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terça-feira, 29 de julho de 2008

Totó - Vida das Coisas

Depois de Tété, Totó, do Senegal a Angola.
O Totó começou a dar nas vistas há uns anos, tocando em eventos culturais pequenos (tipo "Artes ao vivo" onde também se fez notar o Shunnoz). As suas letras divertiam toda a gente o suficiente para criar aquele murmurinho que levanta a curiosidade e que se transforma em avalanche ensurdecedora de mito/lenda urbana e que tem como desfecho mais natural a gravação de um cd.
O Totó será talvez (para mim) o maior paradoxo da música contemporânea angolana, um total destruidor de estereótipos, ou se calhar, apenas a excepção que confirma a regra. Olhando-se para ele, parece um rapper ordinário, daqueles que grifam à MC e curtem girar com MCs mas que depois não dão uma p'ra caixa, os chamados "wack mc's". Se tivermos em atenção as participações nos trabalhos de outros artistas, ninguém nos pode confundir mais do que o Totó pois, ao mesmo tempo que tem colaborações com gajos mauusss da nossa praça tipo Matias Damásio, faz também muitos coros malaikos com rappers de quinta categoria, parece pouco criterioso e acaba por fazer coisas bwé banais. Mas aqui no disco dele a história é outra. Este é um dos discos que me deu mais prazer ouvir nos últimos anos, arrisco mesmo a dizer que um dos melhores da música jovem angolana, ou da música angolana só. Extremamente inovador nas suas composições e interpretações, o Totó tem aquela capacidade ja quase extinta de nos fazer dar gargalhadas a um dado momento e arrependermo-nos disso no instante seguinte (logo no som de abertura), as suas narrativas são muito vívidas, intensas e ... bwéeee mwangolés, ao contrário de uns e outros que criam universos de fantasia e emulam a vida e a música dos ídolos americanos/brazukas/tugas que lhes influenciaram. Totó não se contenta com a simples e fácil cançonete de amor e quando o faz falha miseravelmente, caíndo exactamente no estereótipo de tantos R Kellys que cirandam por aí. Felizmente esses momentos menos brilhantes no disco estão em franca minoria e não são suficientes para manchar irrecuperavelmente a fantástica impressão que ele criou em mim com "Que fim-de-semana", "Abra a Porta","Este não é Marido", "Eu Vou" (mwangolê aqui chora) e outras. Para mim, ele é quase como um MCK do R&B/Soul/o-que-lhe-quiserem-chamar angolano e das coisas que mais gostei de receber este ano (obg Nguimbola).
01 - Que Fim-de-semana
02 - Abra a Porta
03 - Este Não é Marido
04 - Eu Vou
05 - Histórias da Vida
06 - Meu Sonho
07 - Saudades
08 - Estou Seguro
09 - Ame Ndukussole
10 - As Portas se Abrirão
11 - Amor não Correspondido
12 - Calma

O único mambo que encontrei dele no youtube é uma remix do DJ Buda de um som inédito chamado "Menina Perdida".

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Tété - Um papoite especial

Este é o próprio personagem. Bem estabelecido em França, altamente estranho para o resto do mundo, mesmo se os 3 álbuns que aqui partilho convosco sejam de uma musicalidade lindíssima, com todos os pequenos defeitos que tornam a coisa mais perfeita: não é um grande cantor se usarmos como critério a capacidade em saltitar de nota em nota, não tem uma voz de derreter gelados no inverno, mas consegue encantar com o seu canto sentido, é PURO. Foi o meu puto que mo mostrou pela primeira vez e eu curti logo de primeira e garanto-vos que não é necessário entender o que ele diz, porque mesmo os (poucos) franceses que eu conhecia e que gostavam dele não percebiam porra nenhuma dos textos.
Nascido em Dakar, Tété ("O guia" em wolof, sua língua mãe) vai para França com dois anos, aos nove entra numa escola de música mas fica só um ano. Com 16 parte a perna e tendo que pausar quieto uns tempos, experimentou a guitarra para passar o tempo... granda estrilho, vejam lá no que deu. Inspirando-se em Dylan, Hendrix, Marley e outros grandes, o puto começa a criar as suas próprias composições.
Mas a grande revelação e o ponto de reviravolta na vida de Tété é quando ele escuta a música do seu contemporâneo, Keziah Jones (outro que me foi apresentado pelo meu puto) e, mesmo com um diploma no bolso, Tété decide errar nas ruas e bares de Nancy com a sua guitarra, vagabundagem voluntária (tal qual o Keziah). Depois do teste piloto, ele segue para Paris, onde as oportunidades abundam e faz a mesma coisa... o resto é história.


Tété - L'Air de Rien (o meu preferido)

1. Le Meilleur Des Mondes
2. Passage Brady
3. Love Love Love
4. Me Ressourcer
5. Le Magicien
6. Dodeline
7. Le Bonheur
8. Cousin Willy
9. L' Air De Rien
10. L' Abominable Hyde
11. Honni Soit
12. Les Envies
13. Aisé
14. Eleanor Rigby

(Clip biznado do Bob Dylan, não é uma das melhores músicas do disco)

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Tété - A la faveur de L'Automne

1. A La Faveur De L'Automne
2. Emma Stanton
3. Le Songe De Marie
4. La Ballade De Oogie Tsuggie
5. Les Matins De Peu
6. Montréal
7. Ton Absence
8. Le Retour D'Ootsie-Putsie
9. Une Bonne Paire De Claques
10. Je L'Appelle De Mes Voeux
11. La Pudeur
12. La Tchave
13. Inspiration Et Circonstances
14. Le Long De La Grève
15. Routine
16. Ces Grands Moments De Solitude
17. Flou

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Tété - Le Sacré des Lemmings et Autres Contes de la Lisière

1. L'Aube Des Lemmings
2. Fils De Cham
3. Anna Lee Soleil
4. Madeleine Bas-De-Laine
5. La Relance
6. Comme Feuillets Au Vent
7. Caroline Oh Yeah Hey !
8. A La Vie A La Mort
9. Le Sacre Des Lemmings
10. A Flanc De Certitudes
11. Mon Trésor
12. Par Monts Et Vallons (Le Long De La Route)
13. Les Visages Et Les Moments
14. La Croisée Des Chemins
15. Le Crépuscule Des Lemmings

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sábado, 26 de julho de 2008

Jay Electronica - Style Wars EP (2007)

Muito pouco a dizer e muito muito boa música pra se ouvir... Esse madié tá simplesmente no top do game... hehehehehe

Tracklist:
1 Renaissance Man Prod. By J-Dilla
2 So What You Sayin Prod. By J- Dilla
3 Bitches And Drugs Prod. By J-Dilla
4 Dimthyltriptamine Prod. By J-Dilla
5 Be Easy
6 My World (Nas Salute)
7 Get Em' Prod. By Mr. Porter Feat. Guilty Simpson And Mr.Porter
8 My Uzi Weighs A Ton Prod. By Thom Yorke
9 Victory Is In My Clutches
10 Hard To Get Prod. By And Feat. Mr. Porter
11 Somethin To Hold On To Prod. By Nottz
12 I Feel Good

9th Wonder & Murs - Sweet Lord [2008]

9th Wonder & Murs disponibilizaram este EP gratuitamente... Vale a pena... Ainda mais sendo de borla...

Tracklist:
1. The Intro
2. Are You Ready?
3. Nina Ross
4. Free
5. And I Love It
6. Pusshhhhhh
7. It’s For Real
8. Marry Me
9. Love the Way
10. Mursinatra

Taquí o mambo
Taquí outro mambo
Taquí mais outro mambo

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Rayman C - Aura 1970


Nos últimos anos apareceram uns ndengues produtores com alto nível aí no circuito português. Ndengues que começavam a ter os dedos a picar e não podiam mais esperar que um golpe de sorte os trouxesse um dos muitos"cabecilhas" do "movimento" à casa para ouvir a panóplia de instrus que já tinham e que acabassem por levar um ou outro e decidissem usá-los nos seus discos, que passariam então a introduzi-los no circuito "duro". Esses putos acabaram por dar conta que havia outro circuito mais "esponjoso" e muito mais abrangente, onde poderiam disponibilizar o seu talento progressivamente sem se preocuparem se vai chegar aos ouvidos do Tim Maia ou do Trio Mocotó. Esse circuito é o da vasta rede acessível em um ou dois clicks, a internet. Todos esses miúdos têm um myspace, alguns têm sites particulares e QUASE todos já têm álbuns de instrumentais para download gratuito. Assim pude tomar contacto com variadíssimos produtores com bwé de talento e penso aqui no Darksunn, no Raze, no Mek0, no Kooltuga, TH, entre outros... há mesmo bwéeee.
Assim, depois do álbum do El Mago há umas semanas atrás, vos apresento outro produtor que evoluiu prá caralho nos anos recentes, Rayman C. O puto passou do "Ilusão" no álbum do Scratch (um instru que curto muito), a um monte de instrumentais altamente copiados no 9th Wonder e que lhe mereceram SEMPRE duras críticas e consequente desligar de ficha da minha parte, chegando finalmente à mais esta estação, Aura 1970, o seu primeiro álbum de instrumentais. As influências do 9th Wonder ainda estão muito patentes, mas sinceramente, o miúdo está a encontrar com grande classe a maneira de forjar a sua sonoridade e acreditem quando vos digo, estes instrus têm maínga, a coisa está mesmo muito bonita. A continuar assim, o ndengue não demora muito até se instalar confortavelmente no circuito "duro", está muito, mesmo muito consistente. Parabéns Rayman C.

Catem o mambo aqui